sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O mundo dos hackers: você realmente sabe quem eles são e o que fazem?


Esqueça tudo o que você acha que sabe sobre eles. Hackers não têm nada a ver com banditismo virtual nem são os inescrupulosos vampiros de servidores expostos diariamente pela mídia


hacker

Todos os dias ligamos nossos computadores pessoais e acessamos os principais portais de notícias. Não é raro saltar aos olhos matérias sobre ataques virtuais, invasão e queda de servidores, roubo de dados, dentre outros temas relacionados à segurança na internet. Costumeiramente, entre as linhas traçadas por repórteres, articulistas e colunistas, encontra-se a palavra hacker como o personagem responsável por tais ações. Como o uso do termo normalmente não é contestado, repete-se e consolida-se como verídico. Assim, é atribuída a reputação de criminosos virtuais aos hackers.
Outra figura não menos presente nos noticiários é o engenheiro Steve Wozniak, antigo parceiro de Steve Jobs, fundador da Apple. Na década de 1960, um grupo intitulado phreakers, do qual ele fazia parte, conseguiu emular pulsos de uma rede telefônica a partir da emissão de uma frequência específica (2600Hz), gerada por um apito distribuído em caixas de cereais. O sucesso da ação não foi resultado de um plano para burlar a tarifação, mas apenas um fantástico empenho de curiosidade e habilidade técnica. "Apesar disso tudo envolver pouco ou nenhum computador, ninguém tem dúvidas de que se tratou de um movimento hacker – e um de primeira linha", afirma Aylons Hazzud, integrante e sócio fundador do Garoa Hacker Club.
Alan Turing (1912 - 1954), matemático e analista de criptografia britânico, exerceu um papel bem mais relevante na história da humanidade. Apesar de não ser militar, foi recrutado pelo exército da Inglaterra para decodificar a complexa linguagem criptografada utilizada pelos alemães na Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945). Sua máquina, o Colossus, conseguiu decifrar o Enigma Germânico e, se não mudou os rumos, pelo menos abreviou a guerra.
No século 20, projetos grandiosos como a ARPANet, World Wide Web, Unix e inúmeros outros só se tornaram possíveis graças à criatividade, talento para programação e muita vontade de criar e recriar as coisas despretensiosamente, atributos inerentes aos hackers. Mas como – e, principalmente, por que – os caras que lideraram a transição do modelo industrial-capitalista para a sociedade em rede passaram a ser reconhecidos por alcunhas nada carinhosas, tais como bandidos virtuais ou piratas da internet?

O que é um hacker?

Apesar de, historicamente, o conceito de hacker ter surgido em meados dos anos 1950, ele não é aplicável apenas à internet e à computação em geral. "Um hacker é alguém que faz um sistema agir de uma maneira que não era esperada pelo projetista, alguém que é capaz de dominar o comportamento de um sistema para além do que o próprio criador pensou", explica Hazzud.
Adonel Bezerra, especialista em segurança digital e fundador do Clube do Hacker, acredita que a atividade se baseia em três premissas: "encontrar brechas em sistemas computacionais e/ou tecnológicos – alguém sempre esquece alguma coisa que precisa ser descoberta; testes de softwares antes de serem disponibilizados em produção; e descobrir tudo o que for possível naquele momento – seja sobre pessoas, sistemas ou organizações, mas só divulgar em momento oportuno e nunca para proveito próprio".
A etimologia do termo pode estar ligada ao desenvolvimento de dispositivos para transporte de volumes (TMRC), também na década de 1950, por estudantes do Instituto Tecnológico de Massachussets. "Eles realizavam ajustes pontuais rápidos e eficientes, sendo consideradas sacadas genais com relês eletrônicos para criar desvios inusitados – que eles chamavam de hacks, o que não era uma perversão – assim como ocorre com muitos hacks até hoje. E, atualmente, o termo também é empregado para classificar aqueles que são bons naquilo que fazem", relata outro integrante fundador do Garoa Hacker Clube, Aleph Leptos.
Crackers, posers e ativistas virtuais

Aleph ressalta que, todavia, não é o uso de códigos prontos e acabados que transformam seu usuário em um hacker. Na verdade, existem milhares de códigos e aplicações soltas na web que permitem – a qualquer pessoa que saiba usar um browser – realizar um ataque virtual ou ações menos nobres. Dois exemplos claros são os ataques empreendidos recentemente pelo LulzSec – que derrubou momentaneamente alguns sites do governo brasileiro – e o Anonymous, que congestionou os sites da Visa, do Master e do PayPal.
Em alguns casos, esses ataques podem ser oriundos de computadores "zumbis", aliciados remotamente através de vírus, ou, no caso de protestos virtuais autênticos, simplesmente de milhões de usuários conectados no mundo inteiro, que visitam a mesma página no mesmo horário.
O objetivo é, basicamente, interditar o tráfego de um determinado website pela porta da frente, sem efetuar invasões aos servidores e a informações confidenciais, ação comparável a um protesto real ou físico. Nenhuma página é capaz de suportar uma onda de milhões de acessos repentinos, por exemplo. "São pessoas protestando, chamando a atenção, causando inconvenientes enquanto provocam um prejuízo bem pequeno ao alvo dos protestos. Tirar um site de uma empresa do ar por alguns minutos é análogo a lotar a calçada de um shopping", compara Aylons Hazzud.
Mas, contra todas as convenções que norteiam o verdadeiro espírito hacker, existem usuários mal intencionados. Sim, da mesma forma que existem pessoas que realizam intervenções cirúrgicas sem serem médicos e políticos desonestos, os violadores também estão presentes no mundo virtual e são mais conhecidos por crackers. Para Leptos, "a maioria dos criminosos digitais são meros usuários perversos que utilizam técnicas já conhecidas – porém, de difícil combate – e que se aproveitam da falta de educação, da prática da computação confiável e da ingenuidade de muitas pessoas".
Uma nova revolução

Para o especialista em segurança da informação Gerson Castro, as novas formas de comportamento coletivo na internet representam uma mudança nos paradigmas da sociedade, um anseio pela mudança na forma de relacionamento entre pessoas, empresas e Estados. "O fato de passarmos a ter a informação disponibilizada e encontrada digitalmente traz inúmeras questões relacionadas ao uso das ferramentas que as manipulam, assim como o que poderá ser feito com tais informações. Assim, sociedade, Estado, governo, academia e entidades de classe devem estar juntas no debate e na regulamentação da disponibilização, acesso e aplicação da informação digital e, ainda, das questões legais provenientes disso tudo", explica Castro.
A transição conturbada do antigo modelo capitalista industrial para a sociedade em rede gera novos modelos, novos indivíduos, novos grupos e novos problemas. Historicamente, quando o mundo vivencia transformações culturais intensas, a tendência é imputar ao "novo" a tradução do incerto e do perigoso, tal como aconteceu durante o Renascimento Cultural. Resta saber se é ponderado queimar os nossos Giordanos Brunos por suas doutrinas hackers subversivas, perigosas para grupos ávidos por capital e poder, benéficas para o desenvolvimento de novas tecnologias com acesso facilitado à sociedade. 

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Fica Dica - Tipos de Pincéis de Maquiagem - Suas funções!!

As diferenças entre os pincéis são, às vezes, sutis. A classificação mais ampla é esta:
pincéis para olhos, para rosto e para boca.
Pincéis para Face:
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*Pincel para base: Utilizado para aplicar e distribuir a base em todas as áreas do rosto. Pode ter a ponta quadrada ou mais pontiaguda. O quadrado é mais firme e pode ser usado para base líquida ou cremosa.(não tenho foto)
*Pincel para pó/blush: Existem vários tipos – uns mais finos, para usar sobre áreas de contorno; uns maiores; cabos mais curtos; cabos mais compridos. Para sua primeira compra, invista em um pincel de cerdas médias, macias e arredondadas.
*Pincel para corretivo: Mais fino, mais chato e mais firme, suavemente pontiagudo, para uma aplicação precisa de pequenas áreas do rosto – sob os olhos, por exemplo.(não tenho foto)
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Todos esses (foto) são para aplicação de blushes e pós
Chanfrado, achatado, arredondado médio e arredondado grande.
É utilizado para a aplicação do blush. Suas cerdas cortadas na diagonal (chanfradas) e levemente arredondadas se adaptam melhor às formas do rosto. Perfeito para a aplicação nas maçãs do rosto e também para harmonizar o formato do rosto com tonalidades diferentes, realçando ou disfarçando determinados pontos.
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*Leque : Este pincel serve para "varrer", retirar o excessos de maquiagem do rosto (ex: o excesso de sombra que caiu na hora da aplicação no rosto) e também auxília na aplicação do iluminador dando um efeito mais natural a pele.
*Língua de cobra (batizei agora). Não sei?!?!?!?!
alguém sabe?????
Grita ai!!!
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Pincéis para Olhos:
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*Pincel de sombra: O pincel de sombra é o mais popular, todo mundo conhece. Suas cerdas são mais macias e, por não conter ângulos, serve para aplicar a cor por toda a pálpebra.
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Todos da foto são com cerdas arredondadas, considerados os básicos dos básicos!
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Utilizado para aplicar e esfumar as sombras em pó e compactas. O uso do pincel garante uma cobertura mais intensa. Possui cerdas arredondadas nas pontas. Existe em diversos tamanhos (pequeno, médio e grande). Ex: O largo utiliza-se para aplicação da sombra de base que deve ser aplicada em toda extensão do olho, o médio serve para trabalharmos a sombra no côncavo do olho e canto externo e o língua de gato pequeno para iluminarmos a região próxima a sobrancelha e canto interno do olho.
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obs: Em ordem da esquerda pra direita. 
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*Pincel para delinear: 
Chanfrado (angular) e mais firme. Serve para traçar linhas (finas ou grossas) com sombra nas pálpebras, emulando o efeito do delineador. 

*Pincel de sobrancelha: Aplica cor na sobrancelha utilizado para definir ou preencher. Geralmente chanfrado, pode ser usado para aplicar produtos em pó, líquido ou creme.


*Pincel para esfumar:
Existem vários tipos, mas uma das melhores opções é um pincel chanfrado, porém com pontas mais macias. Ele também é indicado para fundir uma sombra na outra, para criar um look mais suave.
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Aplicadores de sombra (esponjinhas) 
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Pincéis para Boca:
*Os pincéis para boca têm fibras firmes (para contornar os lábios), finas e retas.
É utilizado para preencher e definir melhor os lábios. Promove uma aplicação mais uniforme e duradoura do batom ou brilho labial.
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Encontrado em vários tamanhos.
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esta é a opção de pincéis retráteis, para se carregar dentro da bolsa – uma ótima saída para retoques fora de casa.
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fonte: ig beleza e blog make-up.

Sessão Besterol



Pokémon IF I CATCH YOU | Paródia Michel Teló - Ai se eu te pego | Parody

Caiu na rede, mas nem sempre é peixe!


Saiba quais são os desafios do marketing de relacionamento na interação empresa-cliente nas redes sociais


Por Mayara Emmily, Revista Administradores


Quer ver uma promoção inacreditável ou um pequeno deslize de uma empresa estourar e ficar na boca do povo? Acredito que, mesmo que não tivéssemos uma pista na pergunta, saberíamos onde encontrar a resposta: é só colocar no Twitter. Esse é apenas um exemplo da influência e da proliferação viral de informações que as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut, blogs, etc.) proporcionam ao servirem de espaço para críticas, debates, elogios e até calúnias, que são vistos instantaneamente por qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo.
As redes sociais são tão influentes nas relações e no modo de se comunicar atual, que deixaram de ser apenas espaços para relacionamento interpessoal e passaram a servir como plataformas de interação entre empresas e clientes. Assim, as organizações – que buscam cada vez mais estreitar laços com seu público-alvo para atendê-lo adequadamente – passam a participar desse meio e a usufruir das novas possibilidades de comunicação. Mesmo as empresas que "fogem" das redes de relacionamento estão sujeitas a elas por causa de consumidores que a criticam ou elogiam por determinado produto ou serviço.
Todo esse recente contexto de interação empresa-cliente fez uma verdadeira revolução nas práticas de marketing de relacionamento, ou seja, o marketing centrado no cliente. E, claro, dúvidas sobre o tema não faltam para a grande maioria: como potencializar o contato com os consumidores e a empresa nas redes? Quais os pontos positivos e negativos dessa interação? Quais os novos desafios do marketing de relacionamento diante do fenômeno das redes sociais?
Desvendando o marketing nas redes
Os desafios que as redes sociais apresentam para o marketing de relacionamento vão desde a melhor maneira de utilização de seus recursos aos encargos assumidos pelas empresas a partir de sua maior exposição à opinião pública. Marcelo Miyashita, professor de marketing e um dos principais especialista no assunto no Brasil, explica que é fundamental a compreensão de que as redes sociais são mídias do usuário, e não das empresas.
Para ele, existem três desafios para o marketing de relacionamento nesse meio: "O primeiro deles é compreender as ferramentas nessa plataforma, cada rede social e sua etiqueta no uso. O segundo desafio é monitorar as redes e buscar onde, como e quando a empresa, seus produtos e suas marcas são citados. O terceiro é definir uma política clara de atendimento e relacionamento com esse tipo de usuário. Por exemplo: o que fazer quando o cliente reclama numa rede social e como agir depois em termos de relacionamento com um usuário atendido".
Conrado Adolpho, autor do livro "Google Marketing - O Guia Definitivo do Marketing Digital" e fundador da agência Publiweb, afirma que, além de ser importante que a empresa tenha capacidade de gerir o conhecimento produzido, o principal intuito é aprender a ouvir o cliente nas redes sociais: "Uma vez que você abre um canal de comunicação, as pessoas vão falar. Vão reclamar, vão sugerir. A partir desse momento, a empresa deve fazer algo. Não adianta simplesmente ouvir e deixar tudo como está. Essa mudança de cultura – que deixa o consumidor participar da gestão, da criação de novos produtos – tem que ser um desafio organizacional", afirma.
Relacionamento empresa-cliente
A velocidade e o acesso promovido pelas redes sociais permitem que os clientes se tornem mais exigentes e críticos, além de aumentar seu poder de influência com a ampliação de plataformas na internet. Os protestos dos consumidores diante de um serviço ou produto falho podem alcançar grandes proporções. "Por isso, é uma boa ideia estruturar uma equipe qualificada para gerir o relacionamento nas redes, e que possa dedicar-se exclusivamente a esse processo", explica Eduardo Soutello, diretor de planejamento da agência e|ou. Para ele, "é preciso implantar monitoramento real time sobre a marca e suas concorrentes, e dedicar-se verdadeiramente a entender o que os clientes estão falando", aconselha.
Outro ponto importante é quando o relacionamento empresa-cliente vai além dos negócios e torna-se uma característica do perfil ou da filosofia da própria organização. Para a gerente de marketing do Agora Sistema de Ensino e do Ético Sistema de Ensino, da Editora Saraiva, Cristiana Prado Gomes, é necessário unir a cultura organizacional com a das redes sociais: "Deve-se integrar melhor esferas que sempre estiveram separadas, como marketing e TI, bem como as plataformas de comunicação e colaboração interna e externa. Mas, do ponto de vista do marketing, tão importante quanto abrir canais é saber modular essa comunicação, ter uma intencionalidade nas relações, para que se saiba exatamente o que buscamos nesse oceano de estímulos e informações", explica.
Muitas organizações possuem seu próprio sistema de cadastro dos clientes, chamado CRM (Customer Relationship Management, ou Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente), que organiza os consumidores de acordo com os seus objetivos, gerenciando os relacionamentos, além de atuar nas redes sociais, como Facebook e Twitter. As organizações de sucesso conseguem, como afirma o professor Miyashita, travar um relacionamento via rede social com o cliente, para depois trazê-lo para sua própria rede.
Os altos e baixos das empresas nas redes
Um exemplo de empresa que teve as redes sociais como aliadas foi a Azul Linhas Aéreas, que mantém o site Viajamos (www.viajamos.com.br). A rede, de acordo com Marcelo Miyashita, reúne quase 100 mil pessoas que gostam de viajar e se conhecer. "Não é uma rede social de pessoas que gostam da Azul, é uma rede de pessoas que gostam de viajar e compartilhar suas experiências. A empresa não se coloca como hub (parte central) da rede, mas sim como patrocinadora e mantenedora de um espaço para as pessoas se conectarem".
Já o professor de marketing da PUC-SP, Luiz Claudio Zenone, destaca o sucesso da Pirelli com a criação do personagem on-line homônimo, o Dr. Pirelli, para tirar dúvidas dos consumidores. "Assim, a empresa mantém a satisfação utilizando os princípios de conteúdo, ética e estratégia", explica.
Ainda assim, a instantaneidade e o aumento das possibilidades de acesso do cliente à empresa nas redes sociais (e vice-versa) podem ser uma faca de dois gumes. Conrado Adolpho cita exemplos de empresas que ignoraram a força das redes sociais, como aconteceu recentemente com a Renault e a Arezzo. No caso da Renault, uma cliente insatisfeita com seu carro fez barulho com uma câmera na mão e a internet ao seu lado. Ela alegou ter tentado entrar em contato com a empresa diversas vezes, inclusive por via judicial, para que a montadora realizasse a assistência de seu veículo ainda no período da garantia. Sem sucesso, acabou apelando para as redes sociais. A Renault acabou entrando com uma liminar para que a cliente retirasse o material postado nas suas redes sociais.
Já a Arezzo foi hostilizada por lançar uma coleção chamada PeleMania composta por sapatos, bolsas e echarpes com pele de raposa e coelho. O caso gerou bastante polêmica no Facebook e Twitter pela reação de repúdio por parte de internautas e de protetores dos animais. Pressionada pela repercussão negativa nas redes, a Arezzo acabou cancelando a coleção.
E com isso, a rede social deixa um alerta: da mesma forma que pode ser uma importante aliada da empresa, ela pode ser fonte para maus comentários. Basta, então, escolher e saber a melhor forma de aproveitá-la.
Fique de olho!
Confira os conselhos de diversos especialistas em marketing para potencializar o relacionamento nas redes sociais 
"Não existem fórmulas prontas para as empresas, mas construção rápida, consciente e profissionalizada de ações numa linguagem compreensível para os usuários dessas redes" (Valdir Ribeiro Borba, autor do livro "Marketing de Relacionamento para Organizações de Saúde")
"O primeiro e decisivo passo é concentrar os esforços no desenvolvimento de uma estratégia de relacionamento. Em seguida, verificar os processos organizacionais existentes e analisar quais são as mudanças possíveis e necessárias. Depois, planejar – em conjunto com todas as áreas organizacionais – os investimentos necessários em tecnologia e em capacitação pessoal. Por último, verificar as etapas de implantação" (Luiz Claudio Zenone, consultor organizacional especialista em marketing e professor de graduação e pós da PUC-SP)
"O fundamental é a empresa ser fiel a si mesma. Para enfrentar a superexposição tentadora das redes sociais, é preciso estar disposto a viver sob as regras desse meio. Não dá para ser 'social' pela metade. É uma mudança de mentalidade – não apenas de ferramentas – que exige uma visita contínua às raízes e à identidade de cada organização, que não poderá mudar tanto a ponto de não reconhecer mais a si mesma" (Cristiana Prado Gomes, gerente de marketing do Agora Sistema de Ensino e do Ético Sistema de Ensino, da Editora Saraiva)
"Nas redes, o consumidor deixa claro seu desejo por transparência e, consequentemente, cobra essa postura das empresas, que precisam estar atentas a esse movimento. Entender qual é o comportamento do seu público-alvo nas redes sociais é o melhor caminho para a definição de estratégias condizentes com os valores e as missões de cada negócio" (Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência) 

Marketing de relacionamento: história
O marketing de relacionamento, surgido na década de 1980, se diferencia do marketing tradicional basicamente por ter ações voltadas mais para o consumidor do que para o apelo ao produto, buscando o fortalecimento das relações empresa-cliente. Tem como intuito satisfazer e fidelizar o consumidor a uma determinada empresa. 

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Talento, competências, planejamento, foco, networking. Veja os elementos que podem barrar o seu desenvolvimento

Carreiras: veja os 7 pontos que podem limitar o seu crescimento profissional

Talento, competências, planejamento, foco, networking. Veja os elementos que podem barrar o seu desenvolvimento

Ao longo da carreira, diversos elementos devem ser considerados para que o profissional tenha mais chances de ser bem-sucedido. Nessa trajetória, porém, há alguns pontos que simplesmente limitam o sucesso profissional. Você sabe quais são eles?
A equipe InfoMoney contou com a ajuda do diretor de ações estratégicas da ABRH-BA (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Remulo Farias, e da vice-presidente de capacitação profissional da ABRH-RS, Heloisa Amaral, para elaborar uma lista com os pontos que podem impedir seu crescimento profissional. Confira:
1. Falta de autoconhecimento - Farias explica que, para o profissional ter mais chances de ser bem-sucedido, ele precisa se certificar de que suas competências comportamentais estão de acordo com as habilidades exigidas para trabalhar em determinado ramo.
Existem dois tipos de competências: as técnicas e as comportamentais. As do primeiro tipo são aquelas que podem ser desenvolvidas em cursos, por exemplo. Já as comportamentais estão mais ligadas aos talentos das pessoas. Na prática, se o profissional pensa em trabalhar na área de comunicação, ele tem de ter interesse e facilidade para se relacionar com as pessoas, ou seja, ter essa competência comportamental. Sem o autoconhecimento, não é possível identificar suas competências. 
2. Não identificar seus talentos - antes de escolher uma profissão, alguns estudantes costumam testes vocacionais, que indicam se eles têm jeito para ser advogado, engenheiro ou administrador, por exemplo. A questão é que qualquer pessoa pode se adequar a qualquer profissão, pois todas as áreas possuem um leque muito grande de atuação.
Por exemplo, é possível estudar Medicina sem necessariamente ter de trabalhar em hospital; você pode ser um professor ou mesmo um pesquisador. Quem cursa Administração de Empresas pode seguir uma carreira na área financeira, de recursos humanos, marketing e vendas, entre outras.
“Nem todas as pessoas que fizeram Engenharia Civil se darão bem como mestre de obra, eles podem ser professores, podem trabalhar em escritórios desenvolvendo projetos”, diz Farias. O importante é descobrir qual o seu talento e como você vai atuar naquela área. “Não adianta nada contra a corrente”.
3. Sem planejamento pessoal - é preciso saber aonde se quer chegar, mesmo que você tenha de realizar alguns ajustes ao longo da carreira. “É melhor definir um objetivo, mesmo que tenha que ajustá-lo algumas vezes, do que nem saber o que você quer”, lembra Farias.
Em relação ao planejamento pessoal, Farias ainda faz duas considerações. Em primeiro lugar, ele serve para mostrar se você está indo bem, já que é possível traçar um horizonte e fazer comparações. “Quando uma pessoa lhe pergunta como foi seu dia e você responde que foi produtivo, é preciso saber produtivo em relação a quê?”, analisa Farias. Com a carreira é a mesma coisa, ou seja, ela está indo bem em relação ao planejamento que você fez?
Em segundo lugar, Farias comenta que a maioria das pessoas erra, ao separar as diversas esferas da vida. Não se deve pensar em vida profissional, espiritual, familiar e qualidade de vida como elementos separados. “Quando você sai de casa para ir ao trabalho, você não deixa a família, e quando você chega em casa depois do trabalho, você também não deixa sua profissão de lado”. Um bom planejamento pessoal contempla tudo.
4. Competência técnica - para crescer profissionalmente, você precisa assumir cargos cada vez mais estratégicos e, para isso, é preciso desenvolver as competências técnicas, por meio de cursos, de especializações, graduações, pós-graduações, enfim, o que for necessário para assumir o cargo seguinte.
Heloisa explica que um dos grandes fatores que limitam o crescimento profissional é justamente não estar pronto para o cargo seguinte. É preciso analisar o que a posição exige, seja em termos de escolaridade, experiência ou línguas. “Se você não responder aos requisitos mínimos para subir de cargo, você dificilmente vai crescer profissionalmente”, diz Heloisa.
Na prática, se você é um analista e o próximo cargo é coordenador, não adianta ser apenas um bom analista; você precisa ver o que o mercado está exigindo para que você se torne um coordenador e se preparar para isso.
5. Errar ao definir o sucesso - a pergunta é simples: “o que é sucesso para você?”. Farias explica que muitas pessoas erram ao tentar definir o que o sucesso representa para elas, já que na maioria das vezes acreditam que sucesso está relacionado com fama e dinheiro. “Sucesso é estar, a cada instante que você vive, mais próximo do que você queria ser e ter”.
6. Não desenvolver as competências comportamentais - de acordo com Heloisa, a inteligência emocional, que pode e deve ser trabalhada e desenvolvida ao longo da trajetória profissional, pode limitar o crescimento dos indivíduos.
É preciso desenvolver uma visão estratégica, saber lidar com pessoas, administrar conflitos, trabalhar sob pressão. Esses pontos vão ser importantes para profissionais de qualquer área. “Ter uma visão mais sistêmica, mais estratégica, vai ajudá-lo no crescimento”, diz Heloisa.
7. Fraca rede de contatos - o profissional deve estar sempre preocupado com sua rede contatos, o famoso networking. Essa rede pode promover muito o crescimento, principalmente ao oferecer oportunidades.

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